A Biota-Geom desenvolve Planos e Execução de Gerenciamento de Resíduos para Construtoras, apoiando obras na prevenção, segregação, acondicionamento, armazenamento, transporte, reaproveitamento e destinação dos materiais gerados. O serviço pode abranger a elaboração de PGRS e PGRCC, implantação das rotinas no canteiro, treinamento das equipes, qualificação de fornecedores, controle documental e acompanhamento dos indicadores.
O que é o gerenciamento de resíduos na construção?
O gerenciamento de resíduos é o conjunto de procedimentos utilizados para controlar os materiais descartados desde o momento em que são gerados até sua reutilização, reciclagem, tratamento ou destinação final.
Em uma obra, diferentes frentes podem gerar concreto, argamassa, madeira, metais, gesso, plásticos, papel, embalagens, solos, resíduos orgânicos, materiais contaminados e outros resíduos que exigem controles específicos.
Um plano eficiente organiza os fluxos, define responsabilidades e transforma as exigências ambientais em rotinas claras para engenheiros, mestres de obras, almoxarifado, fornecedores e equipes terceirizadas.
O plano documental é apenas uma parte do processo. O resultado depende da implantação no canteiro, da fiscalização das rotinas, da capacitação das equipes e da comprovação de cada destinação.
Por que construtoras precisam de um plano de resíduos?
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Organização do canteiro
Define locais, recipientes, fluxos e responsáveis pela movimentação dos resíduos.
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Redução de desperdícios
Identifica perdas de materiais e oportunidades de reaproveitamento nas frentes de serviço.
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Controle de custos
Melhora a contratação de caçambas, transportes, triagem, reciclagem e destinação.
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Rastreabilidade
Mantém comprovantes sobre origem, quantidade, transportador e receptor de cada carga.
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Atendimento a condicionantes
Organiza procedimentos, relatórios e evidências solicitadas no licenciamento e nas auditorias.
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Redução de riscos ambientais
Evita mistura, vazamento, descarte irregular e armazenamento inadequado.
Principais frentes do serviço
01
Planejamento
Diagnóstico da obra, identificação dos resíduos, definição de metas, fluxos, responsabilidades e controles.
02
Implantação no canteiro
Organização das áreas, recipientes, sinalização, treinamentos, procedimentos e rotinas operacionais.
03
Controle e comprovação
Inspeções, registros, indicadores, documentos de transporte, destinação e relatórios de desempenho.
Sua construtora precisa elaborar ou implantar um plano de resíduos?
A Biota-Geom estrutura o documento e acompanha a execução das rotinas no canteiro.
Solicitar Orçamento
PGRS e PGRCC para construtoras
O escopo do plano deve ser compatível com o tipo de empreendimento, as atividades executadas, o porte da obra e os resíduos previstos. O documento pode abranger resíduos da construção civil e também resíduos administrativos, orgânicos, perigosos ou provenientes de atividades de apoio.
PGRCC
Direcionado aos resíduos gerados em demolições, terraplenagem, construção, reformas, manutenção e atividades correlatas.
PGRS
Pode abranger o conjunto de resíduos gerados pelo canteiro, áreas administrativas, oficinas, refeitórios e operações de apoio.
Plano integrado
Organiza diferentes categorias de resíduos em um sistema único de responsabilidades, controles e comprovações.
Resíduos que podem ser contemplados
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Concreto, argamassa e cerâmicos
Sobras, blocos, revestimentos, pisos, telhas e materiais minerais provenientes da obra.
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Madeira
Formas, escoras, embalagens, pallets, recortes e peças que podem ser reaproveitadas.
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Metais
Aço, alumínio, cobre, perfis, arames, tubos e componentes metálicos.
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Plásticos, papéis e embalagens
Materiais de proteção, sacarias, caixas, filmes, recipientes e embalagens limpas.
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Gesso e materiais específicos
Recortes, placas, massas e resíduos que exigem segregação para evitar contaminação de outras frações.
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Resíduos contaminados ou perigosos
Embalagens, panos, solos, absorventes, tintas, solventes, óleos e outros materiais que requerem controle específico.
Como a Biota-Geom desenvolve o plano?
01
Diagnóstico da obra
Análise do projeto, métodos construtivos, cronograma, canteiro, fornecedores e frentes de serviço.
02
Identificação dos resíduos
Levantamento das fontes, tipos, volumes estimados, riscos, possibilidades de redução e reaproveitamento.
03
Definição dos fluxos
Organização da segregação, coleta interna, armazenamento, retirada, transporte e destinação.
04
Estruturação das responsabilidades
Definição das atribuições de gestores, equipes, empreiteiros, transportadores e receptores.
05
Implantação e treinamento
Organização das áreas, sinalização, procedimentos, integração e orientação das equipes.
06
Monitoramento e relatórios
Controle dos volumes, desvios, documentos, indicadores e oportunidades de melhoria.
Transforme o plano de resíduos em rotina operacional no canteiro
Converse com a Biota-Geom sobre a fase da obra, as frentes de serviço e os controles já existentes.
Falar com Especialista
Prevenção e redução da geração
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Planejamento de compras
Adequação das quantidades, formatos, entregas e condições de armazenamento.
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Compatibilização de projetos
Redução de cortes, demolições, correções e retrabalhos que aumentam a geração.
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Padronização de materiais
Uso de dimensões e sistemas que favorecem melhor aproveitamento.
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Armazenamento preventivo
Proteção contra chuva, umidade, quebra, contaminação e perda de validade.
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Reaproveitamento interno
Avaliação de materiais que podem retornar ao processo ou ser utilizados em outras frentes.
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Análise das perdas
Uso de indicadores para identificar materiais, etapas e equipes com maior desperdício.
Segregação correta no ponto de geração
A segregação deve acontecer o mais próximo possível da origem. Quando resíduos diferentes são misturados, aumenta o custo de triagem, reduz-se o potencial de reciclagem e pode ocorrer contaminação de materiais que antes poderiam ser reaproveitados.
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Recipientes adequados
Bombonas, bags, baias, coletores, caçambas e contêineres compatíveis com cada material.
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Identificação visual
Placas, cores, símbolos e instruções claras para reduzir erros de descarte.
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Posicionamento estratégico
Instalação próxima às frentes geradoras sem comprometer circulação e segurança.
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Rotina de coleta interna
Retirada periódica para evitar transbordamento, mistura e abandono nas frentes.
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Controle de contaminados
Separação imediata de materiais com óleo, tinta, solvente ou outras substâncias.
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Fiscalização das frentes
Inspeções regulares para corrigir falhas e reforçar as orientações.
Armazenamento temporário no canteiro
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Área organizada e sinalizada
Setorização dos resíduos e controle da entrada de materiais incompatíveis.
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Proteção contra intempéries
Cobertura ou acondicionamento quando chuva e vento podem alterar os materiais.
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Piso e contenção
Estruturas compatíveis com resíduos que podem gerar vazamentos ou contaminação.
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Acesso controlado
Restrição de pessoas e equipamentos para evitar descarte incorreto e acidentes.
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Capacidade compatível
Dimensionamento conforme os volumes, a frequência de retirada e as fases da obra.
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Inspeção e limpeza
Verificação de vazamentos, mistura, transbordamento, danos e presença de vetores.
Transporte e destinação dos resíduos
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Qualificação de transportadores
Verificação dos dados, veículos, autorizações e capacidade de atendimento.
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Avaliação dos receptores
Análise da compatibilidade entre o resíduo e a atividade de recebimento, reciclagem ou tratamento.
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Conferência das cargas
Controle de tipo, origem, volume, data, veículo e destino previsto.
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Documentação de transporte
Organização dos registros exigidos conforme o tipo de resíduo e o sistema aplicável.
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Comprovante de recebimento
Confirmação de que a carga chegou ao local indicado e foi aceita pelo receptor.
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Certificados e evidências
Arquivo de documentos que comprovam tratamento, reciclagem ou destinação final.
Rastreabilidade e controle documental
Registro de geração
Identificação do resíduo, origem, data, quantidade estimada e responsável pela liberação.
Documento de transporte
Relação entre gerador, transportador, veículo, material e destino informado.
Comprovante de destinação
Evidência de recebimento, triagem, reciclagem, tratamento ou disposição final.
Conciliação dos dados
Conferência entre volumes retirados, documentos emitidos, notas, pesagens e certificados.
Arquivo do empreendimento
Organização por período, resíduo, fornecedor e frente de serviço para auditorias e relatórios.
Treinamento das equipes e empreiteiros
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Integração inicial
Apresentação das regras, locais de descarte, responsabilidades e proibições.
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Orientação por frente
Procedimentos específicos para demolição, alvenaria, estrutura, acabamento e instalações.
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Treinamento de responsáveis
Capacitação de encarregados, almoxarifado, limpeza, meio ambiente e logística.
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Diálogos periódicos
Reforço das orientações com base nos desvios observados no canteiro.
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Materiais visuais
Placas, mapas, instruções, exemplos e identificação dos recipientes.
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Registro de capacitação
Listas, conteúdos, datas e evidências de participação das equipes.
Inspeções e acompanhamento da execução
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Verificação das frentes
Avaliação da segregação, dos recipientes, da limpeza e da conduta das equipes.
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Inspeção das áreas de armazenamento
Controle de mistura, vazamento, sinalização, proteção e capacidade disponível.
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Auditoria dos documentos
Conferência de transportadores, receptores, registros, certificados e volumes.
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Registro de não conformidades
Documentação dos desvios, responsáveis, prazos e medidas corretivas.
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Plano de ação
Definição de correções e melhorias conforme risco, recorrência e impacto.
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Relatório fotográfico
Evidências das condições observadas, adequações e evolução do desempenho.
Indicadores para gestão dos resíduos
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Geração total
Volume ou massa de resíduos gerados no período e por etapa da obra.
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Geração por área construída
Relação entre os resíduos e o avanço físico do empreendimento.
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Taxa de reciclagem e reaproveitamento
Percentual encaminhado para retorno ao processo, reutilização ou reciclagem.
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Custo por tipo de resíduo
Comparação entre transporte, triagem, tratamento e destinação.
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Índice de mistura
Ocorrências de contaminação e perda de materiais potencialmente recicláveis.
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Conformidade documental
Percentual de cargas com documentação e comprovação de destino completas.
Gerenciamento em demolições e terraplenagem
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Inventário prévio
Identificação de materiais, volumes, possibilidades de desmontagem e resíduos de atenção especial.
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Demolição seletiva
Retirada planejada para ampliar reutilização e evitar mistura de materiais.
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Segregação de materiais
Separação de metais, madeira, concreto, vidros, instalações e demais componentes.
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Caracterização de solos
Avaliação de materiais de escavação quando o histórico ou as condições da área exigem controle.
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Planejamento logístico
Definição de rotas, áreas temporárias, equipamentos e frequência de retirada.
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Controle de cargas
Registro dos volumes, transportadores, receptores e comprovantes de destinação.
Principais entregas do serviço
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Diagnóstico de geração
Levantamento das fontes, tipos, estimativas, riscos e oportunidades de redução.
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PGRS ou PGRCC
Documento com procedimentos, responsabilidades, fluxos, controles e metas.
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Layout das áreas de resíduos
Organização dos pontos de coleta, armazenamento e movimentação interna.
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Procedimentos e treinamentos
Materiais operacionais para equipes, responsáveis e prestadores.
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Inspeções e planos de ação
Acompanhamento dos desvios, correções e melhorias implantadas.
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Relatórios e indicadores
Consolidação dos volumes, destinos, custos, desempenho e evidências.
Benefícios para construtoras e incorporadoras
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Menor desperdício de materiais
Identifica perdas e amplia o reaproveitamento dentro da própria obra.
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Redução de custos
Melhora a contratação de transporte, triagem, reciclagem e destinação.
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Canteiro mais organizado
Reduz materiais espalhados, obstruções, riscos e retrabalho de limpeza.
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Maior segurança documental
Mantém evidências para clientes, órgãos ambientais, auditorias e certificações.
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Redução de riscos de descarte irregular
Controla fornecedores, transportadores, receptores e documentação de cada carga.
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Melhoria dos indicadores ESG
Gera dados sobre redução, reaproveitamento, reciclagem e destinação ambientalmente adequada.
Por que contratar a Biota-Geom?
A Biota-Geom atua em gerenciamento de resíduos, caracterização de materiais, licenciamento, efluentes, áreas contaminadas, desmobilização e acompanhamento ambiental de obras.
Essa atuação integrada permite desenvolver planos conectados ao método construtivo, ao cronograma, ao layout do canteiro, aos fornecedores e às exigências do empreendimento.
O serviço é adaptado ao porte da obra, às fases de execução, aos resíduos gerados, aos controles existentes e ao nível de acompanhamento necessário.
Perguntas frequentes sobre Planos e Execução de Gerenciamento de Resíduos para Construtoras
A Biota-Geom apenas elabora o plano?
Não. O serviço pode incluir implantação no canteiro, treinamento, inspeções, controle documental, indicadores e relatórios.
O plano precisa ser atualizado durante a obra?
Pode ser necessário atualizar o documento quando mudam as etapas, os resíduos, o layout, os fornecedores ou os procedimentos.
Resíduos recicláveis podem ser misturados?
A mistura pode reduzir a qualidade, aumentar custos de triagem e inviabilizar o reaproveitamento de determinadas frações.
Como comprovar a destinação dos resíduos?
Por meio da conciliação entre documentos de transporte, comprovantes de recebimento, pesagens, certificados e registros da obra.
O serviço pode abranger empreiteiros e subcontratados?
Sim. As responsabilidades e procedimentos podem ser integrados aos contratos, treinamentos e rotinas de fiscalização.
É possível acompanhar várias obras da mesma construtora?
Sim. Podem ser criados padrões corporativos, indicadores comparáveis e rotinas de acompanhamento para um portfólio de empreendimentos.
Gerencie os resíduos da obra com planejamento, execução e rastreabilidade
Apresente o porte, a fase e as características do empreendimento para receber uma proposta personalizada da Biota-Geom.
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